Novo curso do Prof. Henrique Elfes

O momento atual de quarentena convida-nos a pensar o nosso cotidiano com outra perspectiva. Estes momentos de silêncio, de inatividade ou de proximidade do fim leva-nos à circunspecção: afinal, qual o sentido de tudo isto?
O Centro Cultural do Castelo oferece um curso de 6 aulas com o Professor Henrique Elfes nos meses de maio de junho, apoiando-se nos principais pensadores que ofereceram alternativas para o significado da existência humana.
Desejamos a todos os que participarem deste curso tenham um excelente exercício de pensamento. E sairemos desta quarentena melhor do que entramos.
Acesse a página do Centro do Castelo que traz maiores detalhes deste curso: 
Informações e inscrições pelo email: castelomovies@gmail.com

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LIVE com Professor Henrique Elfes: a Igreja no século XX

“Todos os tempos passados eram melhores”, insistem em suspirar os saudosistas. “O futuro, sim, é que será o tempo da verdade e da justiça”, continuam a exclamar os progressistas, mesmo depois de tudo! Uns e outros colocam-se assim num tempo imaginário, fora da realidade, fora do presente, que é o único tempo de Deus e o único que a Igreja conhece.
O século XX e esse rabicho a que chamamos século XXI foi um tempo de revoluções e mudanças, mais profundas talvez do que todas as que houve na história humana até agora. Duas guerras mundiais, epidemias que mataram milhões e milhões de pessoas, uma população que dobrou pelo menos duas vezes de tamanho, uma série incessante de renovações tecnológicas, afluência econômica e pobreza extrema, regimes tirânicos mais sangrentos e mais eficazes do que nunca, ideologias e heresias com um poder e uma influência jamais vistas até então, mais martírios, e muito mais cruéis do que os dos primeiros cristãos...
Tudo isso, acompanhado de um decréscimo incessante no número de cristãos em geral e de católicos em particular, a tal ponto que, na década de 1960, parecia que se iam cumprir as profecias que, desde o século IV, anunciavam de novo e de novo que a Igreja de Cristo ia desaparecer, que a morte de Jesus na Cruz tinha sido inútil e que, desta vez, não haveria Ressurreição! O velho inimigo tinha vencido!
No entanto, ironias de Deus!, no meio de todas essas turbulências, e depois de dois Concílios mais organizados e pacíficos do que todos os das eras de triunfo aparente, a Igreja católica ressurge com muito mais do que o prestígio perdido: no funeral de São João Paulo II, estavam presentes mais de seis milhões de pessoas e cerca de 150 chefes de estado ou de governo. E agora está armada de todos os meios de que precisa para a sua guerra de paz: um novo Catecismo, completíssimo, uma tradução mais precisa para a Sagrada Escritura, um Código de Direito Canônico renovado para a sua vida interna, um pensamento teológico que responde às preocupações dos homens de hoje, instituições renovadas que ensinam a viver a santidade no cotidiano, um diálogo incessante, sereno e frutífero com Igrejas separadas e governos hostis. E sobretudo santos, mártires e Papas que, há mais de um século e meio, dão exemplo de santidade pessoal!
A promessa da Ressurreição nunca deixa de seu cumprir. Basta que tenhamos olhos para ver.
Data: 29 de abril, quarta-feira
Horário: 19-21h
Organização: Centro Cultural do Castelo – Campinas, SP
Professor: Henrique Elfes, ensaísta e editor

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A Paixão de Cristo: Uma visão histórica

Cada episódio da vida de Cristo foi violentamente contestado por alguns historiadores e arqueólogos, pelas razões pessoais e ideológicas mais variadas. No entanto, estas polêmicas foram muito úteis para nós, pois fizeram com que esses momentos, especialmente os que conduziram à Paixão, Morte e Ressurreição de nosso Senhor, fossem examinados por assim dizer ao microscópio. Graças a esses estudos, estamos hoje em condições de reviver de maneira muito realista, com a imaginação e o coração, cada passo que o Senhor deu nesses dias que o levaram ao drama supremo da nossa Redenção.
Data: 11 de abril, Sábado Santo
Transmissão pelo Youtube: http://abre.ai/centrocastelo
Horário: 10h até 12h
Professor: Henrique Elfes, ensaísta e editor


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Atividades de formação via internet

Por conta da pandemia que está avançando no país, as atividades no Centro Cultural não serão presenciais mas pela internet.
Sugerimos utilizar o seu computador para acompanhar as meditações e realizar a direção espiritual. Para participar é necessário instalar o aplicativo Zoom. Segue abaixo o link:
Computador: https://zoom.us/client/latest/ZoomInstaller.exe
Se desejar usar o celular:
Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=us.zoom.videomeetings
Iphone: https://apps.apple.com/br/app/zoom-cloud-meetings/id546505307?l=en


Com o aplicativo já instalado, clique no link abaixo
Meditação e tertúlia-show do dia 20 de março, sexta-feira 18h30
Acesse: Meditação 20 de Março


Abriremos a seção às 18h15.


Para quem deseja agendar a direção espiritual com o Pe. Raphael, fale com o Miguel ou Hugo pelo WhatsApp.


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Fui Papai Noel

Conheci e comecei frequentar o Centro Cultural Castelo no começo de 2018. O ambiente de amizade me agradou muito e trouxe outros amigos que desejavam ter formação cristã. Sabia que todos os anos o Centro organizava o Natal Solidário e eu ajudava na parte de arrecadação de donativos, pedindo a amigos e familiares que colaborassem nesta iniciativa.
Em 2019, imaginei que a minha participação seria apenas como figurante, mas alguns dias antes do evento, o coordenador da atividade queria conversar comigo. Pensei que seria na organização dos presentes, ou no som, ou qualquer coisa mais operacional. Ele foi bem direto com uma proposta inesperada:
- “Rafa, você pode ser o Papai Noel do Natal Solidário?”.
Na hora fiquei surpreso e também feliz: gosto muito de trabalhar com crianças e é realmente algo muito especial para mim. Esta convocação para ser Papai Noel, realmente pegou em cheio tanto na vontade de ser e ajudar, quanto na insegurança de ser um bom papai Noel (uma figura que inspira e alegra tantas crianças, assim como já me alegrou um dia).
Passado esse choque inicial, lembro que consegui expressar o quanto eu queria. Mas poderia haver um impedimento: Minha mãe. É costumeiro nas férias ajudar ela na loja, por ser o período de maior movimento, então precisava de conversar com ela, para ela me liberar no dia. Felizmente, mesmo que um pouco a contragosto, ela percebeu o quanto aquilo era importante para mim e me desejou um bom trabalho como Papai Noel.
Agora tudo confirmado, não tem mais volta, seria o bom velhinho. Sai da minha cidade já pensando na minha cabeça o que eu poderia falar para as crianças e treinando os famosos “ho-ho-hos”.
Chegando no Centro, aquela sensação de expectativa, inquietação, comum do Advento, essa espera para ver o que vai acontecer. Terminando as preparações e o almoço chegamos no local da festa. Uma singela e bela capela, nesse bairro carente. Depois das preparações, hora de colocar a famosa roupa vermelha. Colocando todos os aparatos e fazendo uma breve oração para que eu conseguisse oferecer esse tempo a Deus e as crianças que ali atenderia.
Então vieram as apresentações e as crianças faziam fila para conversar e receber os presentes do papai Noel. E isso foi uma alegria tremenda. Desde os recém-nascidos que tinham medo da figura barbuda de vermelho, os pequenos que chegavam abraçando e os pré-adolescentes que estavam com vergonha de serem vistos com o Papai Noel. Cada um de sua maneira tendo esse contato com a magia do Natal, proporcionada pelo Nascimento do Nosso Senhor.

Mas teve uma pessoal que a memória relembra de maneira vivida, uma senhora que tinha uma deficiência especial queria ver e abraçar o papai Noel. Ela me abraçou de uma forma que precisei efetivamente incorporar totalmente a figura mágica com que ela se sintonizava. Aquele momento ficou muito marcado na minha memória.

Embora eu tivesse o papel principal, havia uma verdadeira equipe me ajudando que tudo corresse bem. Os “duendes”, apelido carinhoso dos meninos que me ajudaram diretamente entregando os brinquedos, o pessoal que ajudava a organizar e orientar as pessoas, o pessoal que brincava de bola com as crianças que estavam esperando ou que já haviam visto, os “seguranças” que ajudavam a organizar a entrada das pessoas no evento, enfim todo mundo contribui para esse evento maravilhoso.

E depois celebramos o evento com sorvetes. Que bom que tive essa oportunidade de ser Papai Noel, que me alegrou tanto e me permitiu participar de algo tão nobre. Fui Papai Noel!

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